sábado, 31 de julho de 2010

Ars Gratia Artis

Qual é o propósito da música?

O propósito em si: a própria música.

A arte é o produto da pura vontade.

A arte é a quintessência mágica, um pedaço do mundo não material representado no material, a pura manifestação de deus.

Esta é a razão da Sinfonia em ser: simplesmente ser.

A arte não tem razão ou propósito: ela é o propósito. Tal como a vida em si e a sinfonia divina, o mundo.


terça-feira, 27 de julho de 2010

Reflexão inspirada pelo texto "O Propósito"

Primeiramente, deve se saudar a magnífica abordagem, no texto, da questão humana, sempre trazendo à tona exemplos. Todo aquele que negar a clareza de pensamento desse texto vai claramente contra toda uma nova tendência, por que não ousar? uma nova escola que surge, com cada dia mais força, e com cada vez mais solidez em sua fundamentação, não só dos debates que deram o insight necessário para todo o processo de formação de pensamento e construção teórica que vem sendo feito desde o ínicio deste blog, mas da própria inspiração tida durante o "ócio produtivo" daqueles que a seguem e que propõem o debate com ela, incluindo eu mesmo e o Symphony, e que, impressionantemente, nos aproxima em nossas conclusões.

No entanto, noto uma forte diferença de pretextos: Ainda que tenhamos partidos do mesmo terreno, e devo dizer que era um terreno pedregoso, teórico, ou seja, o Livre Arbítrio e o que fazemos com ele, tomamos abordagens diferentes com o passar dos anos, meu amigo. A minha vida acabou me levando para adotar uma via totalmente teológica para explicar a situação e a sua se manteve ligada a experiência humana. De qualquer forma, se olharmos essas diferenças numa análise macro e micro, elas são perfeitamente combináveis, ainda que mantenham sua "individualidade"... À única especificidade na minha crise de propósito. Ainda que nos pareça possível escolher, nos dando a falsa ilusão de Livre Arbítrio, seguimos um Destino predeterminado pela imaginação da Divindade. Então, ainda que houvesse um propósito que nos movesse pessoalmente em direção a algo que desejamos, ele pode não estar em consonância com o plano Divino para a humanidade.

O que na verdade a maioria das religiões tenta fazer é, baseadas no exemplo histórico, determinar um grupo de comportamentos que torne consonante o propósito da maioria da humanidade, que é atingir a felicidade, excluindo aqueles seres únicos que tiveram sua atuação face a humanidade especialmente prescrita, no sentido de determinada, e aí podemos citar exemplos muito bons, como Ghandi, e exemplos muito ruins, como Adolf Hitler, e o propósito Divino, que é o bem da humanidade, tomando como paradigma o que a filosofia grega, aristotélica, e devemos incluir um "cristã" aí, determinou como virtudes.

Mas aí surge uma questão interessantíssima, levantada no final de seu texto, que entrou mais uma vez em perfeita consonância com a minha forma de pensar e compreender o mundo: "Animais matam a si próprios para fazer valer a seleção natural." A seleção natural, bem como tudo relacionado a genética é, em minha opinião, o pensamento divino em seu formato mais puro porque, ainda que possamos determinar causas a muitas mudanças que ocorreram no comportamento humanos, poucas são as explicações que resolvam de fato questões ligadas a fenômenos físicos humanos, explicando essa expressão como tudo que altera a vida humana e é natural, ou seja, não derive de escolha humana, como mudanças climáticas que forcem migrações, a própria seleção natural, mudanças fenotipícas para se adaptar melhor a uma ambiente, entre outras. Ou seja, quando o assunto é uma mudança na natureza biológica do homem, nunca se acabam os "porquês" ou eventualmente eles cabam em um "porque Deus quis assim".

Admitindo agora então esse "Porque Deus quis assim" como resposta ao "Por que Hitler era louco para caralho?", e passando no caminho pela resposta intermediária de "Porque ele nasceu com uma bola só" e sabendo que todas as religiões do mundo vão querer me crucificar por isso, vamos a um outro ponto, tomando como ponto de partida a questão da evolução. O texto do Asimov citado é fantástico e recomendo a leitura para todos, o texto está aqui no blog mesmo. Este claramente aborda uma situação de Evolução por Evolução, ainda mais que a questão da conexão.

Não seria a evolução mero passo em direção ao propósito? Sim, seria, e aposto que você vai concordar comigo nisso. Claro que possivelmente entendemos ela de forma diferente, sendo a minha determinada pela Divindade, pela imaginação da Divindade, como dito no texto "A Verdade" lá do "Roaming Within My Own aka Celebration of The Wolf". Mas mais importante que isso, na análise da evolução como metapropósito, você abordou um tópico importantíssimo, a análise do ser humano como parte da humanidade, parte do todo, e nunca o todo por si só. É justamente essa questão que sempre havia me intrigado. Sou católico, pelo menos formalmente, como a maioria das pessoas sabe, e sempre me inquiri: "Que bagulho é esse de Deus ser bonzinho? Jesus Cristo ser meu amigo? Se é assim, por que ele deixa geral se matar?" E aí veio a resposta através da análise do individualismo iluminista imbecil que nos cerca.

Essa parada toda de individualismo que os iluministas tanto pregaram é BULLSHIT. Alô, ainda que soe muito bem, você, sujeito que lê este post (pequena e rápida mudança de interlocutor), nunca vai determinar todos os fatores da sua vida. Eles serão brutalmente impostos a você por um Deus Demiúrgico, aristotélico em seu tratar com o ser humano-indivíduo. Ele não está tão afim de você. Ele quer saber é do bem da humanidade, porque ele ama a humanidade.

Ele diz quem você é através da combinação de códigos genéticos que te compõem, ou seja, sua família. Tá, então vamos ver se está tudo correto: Você é fruto de seu código genético, seu livro da vida, no qual a Divindade inseriu tudo que ela queria que você fosse, certo? Certo. Então, ainda que você tenha um propósito deliberado pela sua vontade (e faço menção aqui, como meu amigo Symphony fez a São Tomás de Aquino e a Descartes e como ele uniu os quatro), existe um propósito Divino que te envolve, que você não sabe qual é e que determina o acaso na sua vida? Certo, e essa é a conclusão esperada. Seu propósito pessoal, determinado pela vontade que Deus te deu, pode ou não se realizar, tanto faz. O Dele é que vai se realizar, sempre, fikdik.

Hitler poderia ter sido o representante do poder executivo da Alemanha, mas se ele não tivesse uma bola só, talvez ele não tivesse matado seis milhões de judeus. E vice-versa. Ele poderia ter tido uma bola só e não ter sido führer. Mas entenda, jovem padawan, que na verdade, o que determina o que você vai fazer é o Acaso, a grande arma da Divindade. E, considerando que Ela é onipresente, onipotente e onisciente, você pode se tornar o presidente da Alemanha e matar seis milhões de judeus ou você pode tentar libertar a Índia dos ingleses com protestos não-violentos, ou ainda, amanhã pode se materializar um piano no céu e ele pode cair na sua cabeça, basta que Deus queira (lembrando que Deus só quer o bem da humanidade, ressaltando que os sentimentos, e desejos, Divinos escapam a compreensão humana e Ele nunca vai querer que a Terra se transforme num hamburguer só pra saciar Sua Divina fome).

Mas aí continua a questão. Então seguimos em direção a um propósito que não sabemos qual é, e, isso vale ser ressaltado, você nunca pode escapar a ele justamente por causa dessa sua ignorância (de não saber qual é o propósito, vale ressaltar), certo? Correto. Como isso vai alterar a sua vida? Em nada, é só você ir vivendo que você continua no Plano Divino. Mas aí veio mais um ponto genialmente ressaltado no texto anterior. "Será que a real evolução estaria em se adaptar, igual a um mamífero qualquer, à dinâmica social de hoje? Ou quem sabe tentar mudá-la para algo que preste? Isto fica sujeito a um brianstorm, ficadica."

E nós chegamos numa mesma conclusão, eu, o Papa, ele, Evo Morález, Lovecraft, minha irmã, todo mundo, enfim: HEY, o mundo está uma merda!

E aí temos mais uma vez a clareza de compreensão do escritor mostrada nos três últimos parágrafos. Quando questiona a Evolução pela Evolução no parágrafo intermediário, destrói-se a crença da Evolução como metapropósito, crença esta que, se analisarmos bem, sustenta o capitalismo atual, o desenvolvimento científico (por favor, não estou generalizando aqui. A maioria dos cientistas, bem sabemos, se dedica a melhorar as condições de vida da espécie humana.), guerras pela Democracia, enfim, a maioria das coisas que o Ocidente sustenta como dogmas.

"Devíamos parar de ser egoístas e estúpidos e trabalhar para uma evolução de verdade. E não há meio de fazer isso sem ser nadando contra a maré.
Animais matam a si próprios para fazer valer a seleção natural.
Quem foi que disse que a natureza nos fez apenas animais?"

Em minha humilde opinião, se todos nós conseguimos concordar com isso, foi porque a Divindade quis. Está na hora de quebrar os dogmas dessa sociedade, desde os que nos impuseram uma democracia controlada por analfabetos (viva Platão!), ao que faz um indivíduo crer que a recompensa química liberada no cérebro dele quando ele é posto numa situação de pegação é a razão de sua vida. Está nas hora de levantarmos a bandeira novamente dos valores tão saudosamente listados por Symphony no texto que precedeu o que gerou esta reflexão, a bandeira da honra, da nobreza do homem e, por que não? do Romamntismo.

Afinal, não é o Amor a experiência máxima do ser humano?

segunda-feira, 26 de julho de 2010

O Propósito

Eu discordo da teoria que o Mystery apresenta como motivador ao estudo das dinâmicas sociais - a da Reprodução e Sobrevivência. Ela é boa para explicar os fenômenos sociais, porém não é um gerador de propósito que preste. Pelo menos não pra mim, um cético filho da puta.
Afinal, se nosso propósito é Replicar e alongar nossa Sobrevivência, qual é o sentido de evoluir, então?


Somos um misto entre robôs e animais, e da parte dos animais o Mystery deu uma abordagem boa. Porém não coube ao escopo do livro dele falar sobre lógica, é claro, pois um livro sobre atração é um livro diretamente sobre uma questão animal. No que fez falta para mim para a determinação da inclusão das técnicas de pickup e inner game no meu portfólio de coisas que quero jamais me desgrudar na vida.

Porque o tal Jogo é a metáfora da dinâmica social atual, e ela há de mudar cada vez mais rápido, até não haver nenhuma definível, ou algo muito homogêneo para que não seja entendido com facilidade. Isto é pra mim quando somente haverá o propósito, e formos imortais novamente. Mas esse dia não vai demorar a aparecer.
E mesmo que não mude, há de se fazer uma pergunta: Será que a real evolução estaria em se adaptar, igual a um mamífero qualquer, à dinâmica social de hoje? Ou quem sabe tentar mudá-la para algo que preste? Isto fica sujeito a um brianstorm, ficadica.


Uma coisa precisa ser pontuada: assim que houve uma primeira mente pensante, houve a geração do propósito, por isso ele já é necessário.

O propósito é um conceito com cardinalidade diferente porém de naipe igual ao de existir e o de lógica.
Você não pode negar a lógica, pois para negá-la teria que usar a própria lógica, o que a reafirma e gera um absurdo.
Você não pode argumentar sobre a existência de maneira que não seja local, ou seja, não pode usá-la à extensão do universo se o universo for Tudo. Pois se você afirma que o Não Existir não existe, então você também o reafirma, o que é absurdo. Logo o Não Existir EXISTE; o que o impede de considerar algo que é Tudo como existente, pois isso contradiz que o não existir existe.
O que podemos fazer é considerar tudo o que não existe como algo que ainda não foi concebido, pois uma vez que há a concepção de algo, essa coisa existe, sob as circunstâncias de sua concepção. Vampiros existem, mas é claro, não fisicamente, apenas em quadrinhos, filmes, imaginações, e a circunstância da existência deles é a que o responsável pela sua concepção determinou. Por isso o Felipe Neto tem razão em dizer que a porra da Stephenie Meyer fez uma merda que é qualquer coisa menos vampiro e lobisomem, pois eles já existem e são diferentes daquilo. Diferentes tanto quanto foram determinados ao serem concebidos.

Mas enfim, as coisas concebidas são as que existem. Desse modo, o conceito de existir é local. O universo, enquanto Tudo, não existe: ele simplesmente É.

Por fim o propósito. O propósito é considerado sinônimo de intenção. São Tomás de Aquino concorda com Descartes que intenção, propósito, vontade e liberdade são a mesma coisa: a faculdade através da qual somos dignos de louvor quando escolhemos bem, e dignos de reprovação, quando escolhemos mal.

Isso se a escolha existisse.  O primeiro post desse blog foi dedicado falar da inevitabilidade do acaso ou Vice-Versa (rá, já viu alguém fazer trocadilhos como esse?).

O propósito é o mais complicado dos três: Dizer que não há propósito é dizer que de nada serve a causalidade, da qual sai a análise que leva ao propósito. Isso pode ser complicado de figurar. Imagine quando não havia o conhecimento.

Quando não pensávamos, apenas baseávamos as cognições em análises superficiais geradas pelos sentidos e sentimentos, quando muito. Descobrimos que ao cairmos em cima de uma pedra, podíamos bater a cabeça e morrer; disso saiu a análise, e ela gerou a idéia de tentar jogar pedras ao caçar. Ou quem sabe como quando fomos descobrindo o que podíamos fazer com o fogo. Tudo isso gerou o propósito. O início do raciocínio analítico lógico gerou pequenas induções que eram motivadas pelo propósito. Nisso foi surgindo o raciocínio abstrato, a linguagem, a introspecção, enfim, a resolução dos Problemas.

A evolução apenas por evolução é um propósito e ao mesmo tempo um metapropósito. Ela gera replicação e sobrevivência também. Mas não só de corpos e sensações, como a evolução por seleção natural. Num ser com capacidade mental para operar sistemas de lógica, existe a evolução do conhecimento, dos paradigmas, das artes etc.


É nisso que a teoria do SR peca: ela não tem um propósito para humanos, só para animais que pensam. Pensem nisso.

O mais engraçado é que Mystery dizia que a mente dos homens evoluiu muito mais rápido que o corpo dos homens.
E ele tem razão: Existem datas do Australophitecus de 2.5 milhões de anos atrás, e do Homo Sapiens de 200.000 anos. Há 6mil anos surgiam a escrita cuneiforme e os hieroglifos, há 130 anos atrás surgiam a lâmpada elétrica e a primeira central de energia. Há 20 anos surgia o protocolo WWW e a internet começava a se difundir. Pois hoje todos nós estamos conectados através da internet e no futuro provavelmente estaremos cada vez mais conectados.

Nós não estamos aqui por que somos livres para estar aqui, nós estamos aqui porque não somos livres. Não há como escapar ou negar o propósito, nós sabemos que se não tivéssemos um propósito, nós não existiríamos.
É o propósito que nos cria. É o propósito que nos conecta. É o propósito que nos guia, que nos faz evoluir. É o propósito que nos define. É o propósito que nos liga, nos prende aqui.

E se vocês leram o conto de Asimov "A última pergunta", se lembrem aonde essa história de conexão vai parar.

Devíamos parar de ser egoístas e estúpidos e trabalhar para uma evolução de verdade. E não há meio de fazer isso sem ser nadando contra a maré.
Animais matam a si próprios para fazer valer a seleção natural.
Quem foi que disse que a natureza nos fez apenas animais?

Receita para vendedores sem escrúpulos

Este post é algo que de fato entra par o meu livro imaginário, O Manual do Filho da Puta. Que de tão filho da puta, daria um livro de trocentas páginas com trocentas menos uma vazias, com os dizeres "se fudeu, rá" na última.

Vi há um tempo atrás um vídeo muito ridículo sobre um autoentitulado PUA de uma companhia que desconheço se apresentar no Jô, de maneira lamentavelmente despreparada. Na verdade esse é o tipo de coisa que eu acho que não deve ser apresentado a Massas, público massificado Logo despreparado, massa que me lembra cocô com farinha, pedacinhos de merda, entre outras coisas. Coisas que não possuam intelectualidade o suficiente para extrair dos outros o melhor deles, quando muito enxergar que isso existe.

Eu odeio meio-termos sem causa, aqueles que o são por falta de identidade. As massas não decidem se são humanos ou animais nunca.

Recentemente li um texto do blog Controle Remoto, do recentemente famoso Felipe Neto, pelo qual possuo alguma admiração. Esta vem principalmente da sua capacidade de expressar opiniões relevantes a qualquer um e inserir alguma coisa na cabeça de quem não tem muita. Aparente e infelizmente, nem todos o entendem.

O texto falava dessa entrevista no Jô.
http://controleremoto.tv/blog/2010/03/guia-de-como-pegar-mulher-na-balada-oi/
Vocês podem ver o vídeo, e talvez até o texto, e verão do que se trata.

Logo abaixo, o comentário que eu fiz. Com 2 meses de diferença em relação ao texto original, por isso resolvi postar.

Soa muito tentador poder conquistar qualquer mulher que se queira, não é?

É que nem crepúsculo isso, só que um pouco diferente. No final é tudo sexo e poder. Quaisquer provocadores de sensações com senso delusional de possibilidade vendem pra caralho. Vejamos outros exemplos: Deus(no sentido “universal” da palavra), aumento peniano de 20cm, O Segredo, etc, vendem muito, brother.

Suponha que esses métodos realmente funcionem, que hajam resultados, que os caras apesar de inseguros consigam o que queiram e tudo mais aqui comentado.

É…

Qual é o propósito dessa porra toda? Comunidade, livros, aulas, os caralho?
O tal célebre Mystery, que começou com isso, é um maluco de 37 anos e já deu entrevista no Letterman, ou sei lá, algum desses Jô’s que falam inglês. Não lembro o que ele tinha a dizer sobre o sentido da vida dele, que era até relevante, mas enfim.

Ele dizia “Meu cérebro está programado para me dar recompensas químicas quando realizo coisas que aumentam minhas chances de sobrevivência e reprodução*. Recompensas químicas – isso eu chamo de felicidade.”
(* com o que certamente quis dizer ‘fuder geral’)

Com isso, um brother meu entendeu “A nobreza do homem que se foda”.

Mas como você mesmo disse em num vídeo seu sobre cantadas Felipe, as tais senhoritas que pros alfas são alvos, elas mesmo, queimaram sutiã, fizeram os caralho a quatro em busca de uma liberdade que virou libertinagem num piscar de olhos.

Acabou toda a graça do romantismo, todo valor da castidade/fidelidade, e daí vai cavalheirismo, honra, enfim casamento e filho virou contrato, daí vai. Tu pode ainda falar da mídia massificada, que só põe cada vez mais merda na cabeça do jovem. Nada mais faz sentido, né.

E daí surgiu essa metáfora que esses caras usam de chamar isso de jogo. Virou um mix de putaria com cabacismo de outra geração que nem se aplica nem faz valer. Pelo menos creio eu. Eu comecei a ler o tal livro “O Jogo – Neil Strauss”, mas achei um porre. Existe uma subcultura de “pick-up artists” criada em cima disso, de estratégias pra vencer no jogo.



Eu tentei e não consegui, sério, se tu achar sentido nisso tudo, me avisa.
A única coisa que eu posso concluir é que precisa haver cuidado na abordagem de ambos os lados.

Isso não é necessariamente uma crítica, a questão é que cada um acha pra sua vida o Propósito que ‘quer’. E pra si, aquilo é o que importa.
(De maneira que não se pode sair dizendo o quanto é fodão e superior ou sair oferecendo ajuda como se tivesse alguém aqui precisando dela.)

Senhores alfas, mantenham seu conhecimento tão sagrado para si.

Fim do comentário.

Uma extensãono próximo post.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Psicotécnico

Imagina que você está em um avião com mais três tripulantes: A Tati, o Marcinho VP e o Sasá Mutema.


De Sasá Mutema você deve se lembrar. É um velho bóia-fria, analfabeto, desmiolado, chato pra caralho e que ainda por cima acha que pode comer a Maitê Proença.

Marcinho VP também já atingiu a categoria de celebridade nacional. É um dos maiores traficantes do Rio de janeiro, matador desde criancinha, malvadão mesmo, mata sorrindo.

A Tati é uma menina que eu conheci ano passado. Jovem, bonita, gostosa, e patricinha. Pertence a uma família de clase média alta de Niterói, e está prestes a se formar em Educação Física.

1) De repente o avião começa a pegar fogo e restam poucos minutos pra todo mundo se fuder contra o chão. Em meio ao pânico você se dá conta de que só há 01 (UM) pára-quedas. O que você faz?

a) Dá o pára-quedas ao Marcinho VP
b) Dá o pára-quedas à Tati
c) Dá o pára-quedas ao Sasá Mutema

Esse é fácil. Foi só pra ver se você estava atento. Qualquer uma das altenativas acima está errada. Se só há UM pára-quedas, como é que você vai dar pra alguém?

O teste número dois é um pouco mais difícil.

2) Você está com os mesmos tripulantes no mesmo avião que está pegando o mesmo fogo, só que agora você tem DOIS pára-quedas. Supondo que você foi aprovado no primeiro teste, um deles tu sabe que é seu. Pra quem você daria o outro?

a) Para o Marcinho VP
b) Para a Tati
c) Para o Sasá Mutema

O objetivo desse teste é medir sua capacidade para planejar o futuro.

Leve em conta que um acidente destas proporções é sempre notícia de primeira página, e, logo será chamado para dar entrevistas. Isso sem mencionar que será interrogado pela polícia sobre as causas do desastre.

Se escolheu salvar o Marcinho VP, fracasso total. Que merda que você tem na cabeça pra salvar esse animal? Quero ver agora você convencer às autoridades de que não é cúmplice desse psicopata depois de deixar uma jovem promissora e um idoso morrerem para salvar a pele de um assassino.

Se você escolheu a Tati, tá errado também. Considere que a mídia sempre enche a bola da classe média alta. No final, ela ia ficar com fama de heroína da história só pra ela. Além do mais, a repercussão no caso geraria mais uma subcelebridade. Ia ser chamada pra trabalhar em malhação, ia posar nua, abrir uma grife de cosmético, destaque de escola de samba, e, você lá no maior ostracismo morrendo de remorsos por saber que poderia ter evitado tudo isso.

Se você escolheu salvar o Sasá Mutema, a única conclusão possível é que você só pode estar de sacanagem, não há outra.

A única resposta correta nesse caso é pular tu mesmo com os dois pára-quedas. Lembrando que o teste falava de planejamento futuro, pois isso. Há de se considerar a hipótese de que nos futuros instantes um dos pára-quedas esteja com defeito.

O teste número três, sim que é um dilema.

3) Imagina a mesma situação anterior, só que agora você tem TRÊS pára-quedas, e, deve escolher quem você Não salva:

a) O Marcinho VP
b) A Tati
c) O Sasá Mutema

O objetivo desse teste visa analisar seu caráter.

Se você escolheu o Marcinho VP, demonstra alto grau de racismo. Certamente tentará se defender alegando que sua escolha foi influenciada por outros fatores nada relacionados com o tom da sua pele, como o fato de ele ser um estuprador, assassino, sanguinário, sem a menor perspectiva de reabilitação, mas, não te parece muita coincidência que é sempre o preto que se fode? Aconselha-se refletir sobre o tema.

Se você escolheu a Tati, demonstra alto grau de machismo. Certamente tentará se defender alegando que já está de saco cheio de educadoras físicas ou de esses riquinhos sem graça que tem todas as oportunidades na vida de ser alguém e as acabam malgastando. Se metem em drogas, queimam índios, têm um gosto musical deprimente, escolhem profissões inúteis, patricinhas que ficam gostosas só de sacanagem porque acabam não dando pra ninguém, e ainda por cima tomam aviões que se caem. Eis um questionamento: por que as mulheres têm que dar o exemplo? Por que não podem elas também se tornarem seres desprezíveis? Aconselha-se evoluir. Os tempos são outros agora. Inclusive de uns tempos pra cá, existem mulheres que cagam.

Se você escolheu o Sasá Mutema, não apresenta nenhum sinal de preconceito, apenas um elevado grau de insensibilidade e falta de compaixão com deficientes mentais.

Fica claro que a única maneira de provar que você tem o mínimo de escrúpulos seria saltar com os três pára-quedas. Dessa forma estaria mostrando que trata a todos os seres por igual, independente de raça, sexo ou idade.
Além do que, cá entre nós, pára-quedas nunca é demais, escreve o que estou te falando, essas merdas são fodas pra dar defeito, melhor prevenir.

O teste número quatro é o nosso último.  Ao contrário dos demás testes, este não é múltipla escolha, e, apesar de parecer simples, é o que mas exige raciocínio.

4) Você agora tem QUATRO pára-quedas e todos podem sobreviver. O que você faz?

O objetivo desse teste é analisar sua percepção da realidade. Assim que, se te passou pela cabeça saltar com as porra dos Quatro pára-quedas para casos de falha, saiba que não há nada mais irreal do que pensar que dará tempo de experimentar os quatro pára-quedas antes de se estabacar no chão.

Se decidiu distribuir os pára-quedas entre a tripulação e saltar com eles, também se enganou.

A única resposta que prova que você é uma pessoa perfeitamente sã e tem absoluto conhecimenro do mundo que o rodeia e da realidade que o envolve seria distribuir três pára-quedas entre a tripulação, guardar o seu e esperar que saltem.

Ao cabo de uns segundos deve aproximar-se à janela e observar. Caso perceba que por uma incrível sorte todos pára-quedas falharam, pode saltar tranquilo sem ter nada a perder.

Em caso contrário deveria voltar à sua poltrona, respirar fundo e relaxar, tudo isso vai acabar em uns poucos segundos. O mundo lá fora cheio de assassino, patricinha, traficante, professores de educação física e Sasás Mutemas... o que diabos você quer fazer lá embaixo?

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Eu discordo.

Tá, eu sei que eu não sou um cara tão interessante assim. Eu sou nerd, radical (no mau sentido, nada a ver com Nescau e peripércias iradas no skate), desagradável, inconveniente, eu não sou um cara divertido, sou enjoativo, e pareço uma ameba à primeira vista.
Eu entendo sim... mas eu discordo!
Eu quero que vá todo mundo se fuder, vão pra puta que o pariu. Eu to feliz assim, e essa cambada de verme que se foda, vai todo mundo tomar no cu. Cansei.

E JESUS NÃO EXISTE, PORRA!!!

Caralho...

segunda-feira, 5 de julho de 2010

"Um MaC Loving OS X com fritas e coca média, por favor"

Meu fim de semana foi do caralho! Sabem o que eu fiz? (/pergunta retórica)
Perdi meu sábado e domingo inteiros tentando instalar o Mac OS X Snow Leopard 10.6.4, sistema operacional da Apple, no meu note que tava pegando poeira aqui graças a uma instalação mau-sucedida do Windows 7 via penis-drive , resumindo, resolvi perder tempo com bobagem devido ao extremo ócio e com isso, QUEM SABE, aprender coisas novas =D
Foi uma aventura tensa, já que o Mac OS X não foi feito pra rodar em nenhuma máquina diferente do iMac e seus derivados, tanto que antigamente essa prática era impossível de verdade, porque a Apple usava os processadores da IBM como base de seus iMacs, os Power PCs, eles tinham uma arquitetura própria de mesmo nome, diferente do padrão dos outros processadores que utilizamos em nossos computadores (x86(32bits)/x64 (64bits), graças à essa peculiaridade o sistema operacional era escrito especificamente para arquitetura Power PC. De um tempo pra cá a Apple trocou seus processadores IBM pelos da Intel, iguaizinhos aos que usamos em nossos computadores, com isso abriu-se uma brecha para para a instalação do sistema operacional Mac OS X em máquinas normais, já que o sistema operacional teve de ser reescrito em X86 e X64 para rodar nos processadores Intel, e assim nasceram os "Hackintoshs" ou "OSX86".
As diferenças entre o Mac OS X e o Windows são grandes, por tanto não é tão simples instalar o Mac OS X, a batalha começa com a obtenção de algum meio para instalar o Mac OS X, tinha algumas opções para tal:
1 – Baixar uma ISO modificada do Mac OS X Snow Leopard com todos os procedimentos para o “hack” já pré-instalados no conteúdo do DVD
2 – Baixar a imagem oficial da Apple em formato “DMG” e ir aplicando as modificações eu mesmo de acordo com a minha máquina.
3 – Usar um pendrive de instalação do Mac OS X Snow Leopard criado pelo próprio sistema operacional usando a imagem oficial da Apple como base.
Bom, eu sempre opto pelo meio mais “puro” já que com ele é que se aprende mais e as coisas ficam do jeito que você quer, então a segunda opção era a mais indicada, correto? Verdade, mas infelizmente isso não funcionaria comigo porque meu gravador de DVD tem vida própria e resolveu não reconhecer mais DVDs virgens, quanto mais gravá-los, provavelmente ele já deve ter se cansado desses DVDs virgens juvenis mlkmerdas e agora só quer abrir DVDs experientes e que manjam das putarias......”IHIHIHIHI! MUITO BOA! A PRODUÇÃO TÁ DE PARABÉNS, PÕE NA TELA PIKACHU!” Tá, chega ‘¬¬
Nessa situação desconfortável, resolvi fazer uma suruba eclesiástica de dados, baixei a imagem oficial da Apple (em formato DMG) e depois baixei o VM Ware, um programa que simula maquinas virtuais, com ele você pode rodar o sistema operacional dentro de outro sistema operacional sem precisar instalá-lo em sua máquina, é tipo aqueles memes do xzbit: “Yo dog, I heard u like OSes... So we put a O.S on a O.S so you can get a BSOD while you are getting a BSOD.”. Meu plano era criar uma máquina virtual, instalar o Mac OS X nela e criar um pendrive bootável com ele, aí era só instalar no note, simples assim =] Ledo engano, me fodi, o formato da imagem “DMG” é um padrão da Apple e utilizava um sistema de partição diferente, o HFS, que não era reconhecido pelo Windows, aí fudeu, pesquisei pra cacete e achei uma forma de converte-lo pra ISO, depois de muito esperar finalmente consegui instalar a máquina virtual, comecei a criar o pendrive de instalação, até aí tudo bem, mas eu esqueci que a máquina-virtual é sempre muito mais lerda que a normal, nisso o que era pra levar uns 30mins – 1h levou 10H! 10H! ISSO MESMO, DEZ HORAS!!! BOB SAGET! Fui dormir puto pra caralho, mas tranqüilo porque sabia que quando tivesse acabado ia poder instalar o OS X no meu note e garotear por aí com meu leopardo da neve =]
Depois de acordar vi que tinha concluído, tirei o pendrive do PC e fui pro note começar os procedimentos, mas nada daquela merda bootar, fui procurar na internet e vi que tinha esquecido um detalhe, criar uma partição de boot hackeada para inicializar a instalacão, nessa hora soltei o “FUUUUUUUUUUUUUUUUUU!”, fiquei puto e baixei uma iso modificada (iAtkOS S3 V2) joguei no pendrive, gravei o DVD no note da minha mãe e foda-se... depois de tudo isso e puto pra caralho FINALMENTE entrei no Setup do Mac OS X. Porra, foi foda, mas consegui instaler numa boa, tudo funcionando, só preciso achar ou modificar o driver de vídeo para ter todas as funcionalidades do mesmo e o WiFi, de resto, tudo funcionando...
Moral da história: Por mais que seja legal fazer tudo da maneira mais completa , a melhor opção é pegar a porra toda pronta feita por algum otário qualquer, já que esperar 15H E SE FUDER não vale nem um pouco a pena galere =]
Falando sério, fazia tempo que não me divertia sozinho assim, tava sentindo falta de pesquisar essas nerdices que eu gosto, foi muito bom voltar a perder tempo com essas “bobagens” =) Acho até que depois desse texto vou me encorajar a criar um blog comentando sobre tecnologia para pessoas que usam a cabeça e não o Orkut, acho que pode ficar legal....

Pré-Revelações II

Fui impelido a escrever alguma baboseira sobre minha vida aqui. Vejo meus colegas tão sobriamente mostrando suas opiniões e concordo plenamente com estas. No entanto, talvez falte-me a coragem de quebrar com todo um grupo de paradigmas que se impôs a minha existência depois de algum tempo. Talvez aqui no blog possa falar sem temer o as conseqüências que advenham de meus pensamentos.
Não que eu não concorde que devemos assumir nossas responsabilidades, mesmo porque eu lido muito bem com as minhas. Mas não me arrogo numa situação tão superior para ministrar sermão para ninguém, como sempre afirmei.
Odeio materialismo fútil. Não gosto de falar de carros, roupas e outras futilidades. Gostava de debater o ser, o tempo, a psiquê humana. Não gosto de fazer coisas que eu não quero fazer. Se eu disse não, é não. Se eu disse sim, é sim.
São poucas coisas que me atormentam, mas me atormentam profundamente. E a verdade é bem simples. Não creio que precisaria de mais de um parágrafo para me fazer entender, mas o rebuscamento me impõem tal prolixidade.
Sinto saudades e estou cansado. Na verdade, estou desgastado e incompleto. Alguns laços que se enfraqueceram com o tempo não deveriam ter se enfraquecido, ao passo que outros, já extremamente desgastados, não se desfizeram por mera falta de força de vontade.
Não sei se minha opinião é tão importante, mas escrevo para aqueles que aqui depositam suas reflexões. Quem eu amo, lendo o texto, saberá que por mim é amado, ao passo que aquele que mantém atitudes que eu desprezo talvez encontre neste texto motivo para refletir.
Sem mais.

In the depths of the river

A teoria, o abstrato. A não prática, a primeira metade da pré-ação do ser racional.

A vida é um emaranhado de fluxos de desordem caoticamente ordenados. Também é um pedaço de realidade que se abre diante de seus sentidos, o pequeno espaço ao redor de você, o invariavelmente variável "pequeno". Varia conforme o que é o ser.

Vida...  A materialização da existência... A cagada que soluciona postumamente o fim do mundo.

Eu já falei muito sobre o curso da vida, a origem, o sentido dentro da vista do homem, extrapolar a partir disso seria previsível, algum dia ia acontecer. Mas ser possível escrever algo que preste, varia. Reconheça as palavras, como sempre, e absorva o que achar que é válido.

Você é uma máquina operando. Você é um vetor nesse infinito conjunto. Seu módulo aumenta conforme suas dimensões são engrandecidas.
Falar do sentido da vida é fácil quando se fala da humanidade enquanto uma entidade. Já se restringir ao indivíduo, não é tão simples assim.

Eu acho um saco, mas tenho pena pois sei que também já fiz um dia, certas coisas. Erros de pensamento comuns que as pessoas cometem por comodismo ou fraqueza de espírito, que provavelmente não foram geradas por responsabilidades delas. A toda hora vejo pessoas tirando significados internos distorcidos de eventos externos e se enfurnando num casulo de medo por isso. Medo, o medo e a dor, aqueles que deveriam ser nossos grandes professores...

Nós deveríamos parar de nos desculpar e dar desculpas, e de viver em busca de aprovação dos outros. Não há nada a se conquistar nisso, e ainda por cima, só torna banal o ato de perdoar.

Sempre acreditei na evolução do homem, em buscar novos níveis e paradigmas, evolução constante e consciente. Porém num "infinito conjunto", pode ser difícil não se perder. É como dizia Confúcio, o homem que caça a 2 coelhos não pega nenhum.

Aceite tudo da maneira que é. Assuma as responsabilidades. Trabalhe em você mesmo, e expulse o covarde interno que quer ficar e sugar energia.

Seja seu próprio centro, mas não faça disso uma maneira de evitar todo o resto. Viajar é o melhor meio de reafirmar isso. O ser se engrandece da transformação interna do bom que há lá fora em algo ainda melhor. E assim engrandece também o mundo ao seu redor.

Todo mundo devia construir uma poderosa e capaz imagem própria a que ame, e mudar seus modelos de referência para si próprio depois de certo momento da vida. Nós não somos criados para absorver referências pra sempre, nossos pais um dia morrem. Aqueles que poderiam dar a referência também. Precisamos saber a hora de produzir os próprios trabalhos.

Todo mundo devia achar um propósito pra sua vida.

Fatalmente, não temos como saber porquê nós de fato vivemos, pelo menos agora. Então já que estamos aqui, vamos fazer algo que preste.

O propósito do escolhido é chegar à Fonte. De onde sai todo o rio. E o escolhido pra essa vida, aqui e agora, é você.

sábado, 3 de julho de 2010

Circle Takes the Square

Sei lá, às vezes me pergunto por que perco tempo com certas coisas, são inúteis, não me proporcionam nada de prazeroso, é apenas um looping cansativo de algo que já deu o que tinha que dar, não adianta, não fui feito pra isso, posso mudar minha face ou vestimenta da maneira que eu quiser, mas nada disso vai me trazer prazer, é burrice insistir e até agora tenho sido mais burro que o Dunga...

As mesmas situações, o mesmo tipo de pessoa, a mesma futilidade,o mesmo desfecho, tudo isso cansa, desgasta, faz perder tempo e não agrega nada, só destrói. Tá na hora de fechar as atividades, ausentar-me, cuidar de coisas mais importantes e torná-las prioridade, chega de tentar um encaixe num universo que não me contém...

Meu mundo sou eu, me perdoe quem gosta da minha presença, mas eu mesmo já não a aturo mais e quando chega nesse ponto só resta o exílio, já fiz o que tinha que fazer, me diverti muito, passei por momentos memoráveis com certeza, no entanto, é preciso saber a hora de mudar as velas na direção de uma nova rota.

Não vou mais encarar a roda gigante, foda-se, vou embora pra casa jogar street fighter,estudar e ver bobagem na internet, já que o parque me deu no saco, só volto lá quando tiver um motivo decente para tal...

Beijos, não me liguem porque não atenderei...