sábado, 22 de janeiro de 2011

Sobre a parceiragem

Apesar de não postar a muito tempo, resolvi escrever alguma coisa, simples, porém importante. Hoje não falarei de problemas, conflitos internos, esperança no futuro, ou sobre qualquer viadagem do gênero, falarei de algo muito mais importante, caros leitores (isso se existir algum), falarei de parceiragem, sim, algo importantíssimo em nossos caminhos e que é puramente reflexo do que somos.
Ao longo da vida conhecemos várias pessoas, muitas nos cativam e permanecem próximas a nós, outras simplesmente e automaticamente não se encaixam com o nosso perfil e com isso desaparecem ou se tornam desavenças, é como um Lego, você não precisa necessariamente formar um Megazord fuderoso com as peças, mas pelo menos tem que encaixar, não adianta colocar um bloco de lego na cabeça de um Playmobil, porra! Assim que funciona (no meu cérebro maluco e dislexo) a amizade, é algo que se constrói sem esforço, apenas por oportunidade, quando os valores e a essência batem você pode ter certeza que encontrou um amigo, e isso funciona até para quem não tem valor e uma essência ruim, é quase que matemática.
São poucos que você realmente pode considerar parceiro, brother mesmo, amigos “mais ou menos” são fáceis de ter, geralmente com um bom grau de intimidade até, mas mesmo assim nunca será igual aos 3 (em média) “parceiros”, aqueles que você toca o puteiro, conversa a porra toda, que quando tu tá na merda eles tão lá, que quando você tá afim de queimar uns mendigos na barra eles aparecem com o querosene e o colchão, tá ligado? Isso é parceiragem, caralho! Para terminar, dedico este testículo a todos os parceiros soltos no mundo, um brinde a todos vocês e que o espirito zueiro permaneça em suas veias pra sempre o/
Tem muito mlkmerda por aí, e tenho dito!
Um beijo no pâncreas.
Ao som de: Jay-Z - Already Home.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Eu espirro

Eu espirro

Eu esporro

Você me chama de burro, eu ignoro

Eu espirro, eu esporro

Eu sou uma glande, sou intransigente, sou o avatar da ignorância

Sua beleza frígida jamais vai me livrar da discrepância

E pelo andar da carruagem vai dar merda

Na favela, no morro, nas Antílhas, por todos os povos

Eu espirro,

Eu esporro.